PSICO-TERAPIA

Por Gary Laski

Em https://www.annuaire-therapeutes.com/index-des-disciplines

Que psico-terapia escolher?

A psico-terapia é uma disciplina que consiste no acompanhamento psicológico do paciente, dirigida ao seu bem-estar. O seu nome vem do grego antigo e significa “tratar a alma”.

Os psico-terapeutas não devem ser confundidos com os psiquiatras, que são médicos ou psicólogos que recebem uma formação clínica, nem com os psicanalistas, que seguem uma doutrina psicanalítica sendo psiquiatras ou psicólogos.

Existem diferentes escolas de psico-terapia: as que vêm da psicanálise, as ditas cognitivas-comportamentais, as terapias sistémicas e a escola de Palo-Alto, assim como as terapias ditas humanistas. O aspecto psico-terapêutico das terapias alternativas releva frequentemente das terapias humanistas, mas a influência das outras escolas continua a ser forte, senão por vezes determinante.

Entre as terapias humanistas encontra-se a psico-terapia rogeriana, centrada no paciente, a psico-terapia de apoio, com um objectivo prático directo, a gestalt terapia, a terapia transacional, que se encontra frequentemente no coaching, a PNL, a programação neuro-linguística, a hipnose e a hipnoterapia, a EMDR, baseada na reprogramação psicológica pelo movimento dos olhos.

Existem ainda as terapias que utilizam a mediação e que não estão recenseadas oficialmente como as psico-terapias, apesar de funcionarem de forma análoga. É o caso da arte-terapia sob todas as formas, a análise bioenergética, todas as formas de terapia que incluem animais, o relaxamento e a sofrologia.

Uma sessão: para quem e para quê?

A psico-terapia é indicada em todos os casos de mal-estar, de traumatismos e bloqueios psicológicos. Favorece a progressão pessoal e a melhoria do auto-conhecimento, mas normalmente é utilizada quando o paciente atravessa uma crise, seja ela relacional, familiar ou profissional.

Pode ser eficaz em casos de crise aguda como a depressão ou a libertação de um vício, mas também nos casos de ausência de desejo sexual ou de angústias fortes.

Certos pacientes ficam mais à vontade com as abordagens clássicas como a psicanálise; outros, quando atravessam crises agudas, entram na órbita da psiquiatria, outros ainda preferem abordagens mais inovadoras propostas por terapias alternativas. De qualquer forma, se muitas delas se inspiram em processos psico-terapêuticos, os seus praticantes não são psico-terapeutas, legalmente falando.

Importa escolher bem o seu terapeuta, alguém com quem o paciente se sinta à vontade e em quem pode ter confiança. Aquele não deve hesitar em ir a vários, antes de fazer uma escolha definitiva.

Uma sessão

As consultas variam, tal como as formas de psicoterapia praticadas. O essencial é que o paciente consiga exprimir-se e adquirir recuo sobre os seus problemas. Isso pode acontecer facilmente ou levar vários anos. Depende das pessoas, dos seus bloqueios e da sua vontade de se tratar.

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