Missão

A missão da ADDIS

A ADDIS tem por objectivo promover a saúde individual, familiar e ambiental, prevenir a doença e promover um padrão saudável e harmonioso de vida que conduza ao equilíbrio do homem com a natureza.

Desse modo, valoriza a liberdade de escolha e a informação sobre evidências na prática clínica e científica, sem excluir as tradições medicinais ancestrais válidas e permanecendo independente de interesses económicos.

Pretende, por isso, melhorar as condições em que cada em de nós toma decisões conscientes na área da saúde e da qualidade de vida, dando resposta ao utente, e preocupando-se sobretudo com o seu ponto de vista.     

A ADDIS Pretende Informar, Educar e Intervir na área da literacia na saúde. 

A ADDIS pretende melhorar as condições em que cada um de nós toma decisões conscientes na área da saúde.

Deverá desenvolver a sua acção em diversas áreas que se relacionam directamente com a qualidade de vida, com a promoção da saúde, com a medicina natural e com todas as terapias existentes e conhecidas, dando resposta ao utente, i.e. a qualquer requisitante que procura informação, e atendendo sobretudo ao seu ponto de vista.

Educar para a profilaxia e para o aumento dos níveis de consciência é uma das suas prioridades, a par da denúncia, do esclarecimento e do contributo cívico activo.

Três grandes áreas foram definidas:

MEDICINA (medicina alopática, medicina natural e vacinação), ALIMENTAÇÃO (agricultura e consciência alimentar, que inclui nutrição e segurança alimentar) e AMBIENTE (água, ar e geoambiental). Cada uma delas deverá aglutinar diversas facetas, de cujas preocupações facultaremos, a seu tempo, informação mais detalhada, de acordo com o plano estratégico da ADDIS.

A ADDIS pretende informar, educar e intervir, tornando-se um recurso credível, de referência e com visibilidade na promoção, educação e literacia na saúde.

Tem ainda como objetivos gerais:

– Promover e divulgar a saúde no seu conceito filosófico mais amplo e na ligação com todos os factores humanos, económicos, sociais e ambientais fundamentais à sua preservação.

– Defender e proteger os direitos e garantias de acesso total dos seres humanos à qualidade de vida e ao bem-estar inerentes a uma vida plena.

– Proteger os interesses e direitos dos utentes de saúde (nomeadamente, a sua segurança): direito à informação, à liberdade de escolha, à recusa ou consentimento (incluindo a objecção de consciência), à reclamação e à decisão informada. 

– Construir uma imagem positiva junto do público, de forma a conseguir angariar causas, voluntários e amigos que mais tarde permitam informar, educar e também intervir na sociedade.